Namoro depois dos 16: minha História

Conheci o Cássio na escola, aos 15 anos, ele tinha 16 e estudava numa turma ao lado da minha.
Quando já nos conhecíamos melhor, ele perguntou se eu namoraria com ele, então eu já tinha falado que eu ia a igreja, mas nunca sobre esse assunto, então foi aí que eu disse que na igreja somos aconselhadas a namorar apenas depois dos dezesseis anos de idade e que eu iria seguir esse conselho.
Ele achou bem interessante eu ter esse padrão e esse pensamento, e me elogiou muito, disse que eu era uma jovem de muito valor. E perguntou que igreja eu frequentava, então começamos a falar mais sobre o evangelho. Ele tirou até o brinco que usava quando falei de padrões. Também comentei que o padrão de namoro da igreja é diferente, que sempre pensamos no futuro e que eu queria uma família que seguisse os ensinamentos do evangelho verdadeiro, e por esse motivo eu só namoraria com um rapaz que seguisse o mesmo caminho e com os mesmos padrões. Fiquei feliz quando ele me disse que por mim ele trocava de religião, mas também disse que isso não deveria ser uma troca, mas que ele tinha que ter um testemunho e ter desejo de se batizar, se não fosse assim não queria que ele se batizasse apenas por minha causa. Pois se um dia o namoro não desse certo, certamente ele se afastaria, e não era isso que eu desejava. No final do ano ele ja estava com o cabelo cortado. Eu falei sobre ele com meus pais, e eles sempre me aconselhavam. No ano seguinte mudei de escola, e ele mudou pra mesma escola que eu, e nesse ano eu faria 16. Nos tornamos bons amigos. Dia 13 de fevereiro completei 16 anos, mas ele não me pediu em namoro. As vezes ele passava la em casa pra conversar. Mas numa tarde de seminário dia 28 de março  depois da escola fomos a uma praça na frente da igreja, e ele me pediu em namoro.Ele ainda não era membro da igreja mas eu aceitei.  .  A partir daí ele começou a frequentar as noites familiares na minha casa com os missionários. O primeiro domingo que ele foi na igreja era conferencia, e ele achou muito espiritual. Ele me escreveu um bilhete falando sobre o desejo de se batizar e sobre o desejo de aprender mais. Ele aceitou o convite de batismo, e foi um dia muito especial. Ele sempre admirou muito o trabalho missionário, e expressou o desejo de servir uma missão. Então logo apos o batismo nós traçamos esta meta. A família dele não é membro da igreja, por isso somos tão apegados em relaçao a essas decisões pois tudo pra ele envolve minha família e eu. Este mês fará dois anos e cinco meses que namoramos e tambem ele completa seis meses de missão. Ele progrediu muito, e sei que meu exemplo afetou nessa decisão. E sei que o Senhor nos abençoa muito quando seguimos Seus conselhos.

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